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Luiza e a flauta mágica
Tocando Agora

Luiza e a flauta mágica

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Em uma tranquila cidade do campo, vivia uma jovem menina chamada Luíza.

Ela tinha 7 anos e era uma garota incrível, dotada de um dom muito especial: Luíza tinha muita facilidade para tocar

Certo dia, depois de chegar da escola e terminar o dever de casa, Luíza teve muito, muito sono.

Com as pálpebras pesadas, ela se sentou no sofá da sala e caiu em um sonho profundo - um sono que mudaria sua vida de maneiras que ela jamais imaginara.

Nesse breve cochilo, Luíza se viu envolta por uma aventura mágica, repleta de desafios deslumbrantes e inacreditáveis.

Em seu sonho, cada passo que ela dava parecia conduzi-la ainda mais para dentro de um mundo encantado, onde a realidade e a imaginação se entrelaçavam em danças misteriosas.

Nesse mundo dos sonhos, Luíza encontrou criaturas fantásticas. A primeira delas era uma criatura alada de plumagem dourada e olhos cintilantes.

Era um grifo majestoso que parecia desesperado, com as asas presas em galhos emaranhados.

Luíza quis ajudá-lo, mas não sabia como.

Até que ela percebeu que havia uma flauta em sua mão.

Por algum motivo, ela entendeu que tocar aquele instrumento era a melhor maneria de ajudar.

Então ela levou o instrumento até seus lábios e começou a tocar suavemente sua flauta mágica, entoando uma melodia que ecoou como um chamado suave.

O grifo, hipnotizado pela

“Anda, Luíza! Acorda!”

Era sua mãe, que chamava por ela com a voz carregada de preocupação.

Ela pediu para que Luíza se aprontasse rapidamente para acompanhá-la até o hospital, onde a avó de Luíza havia sido internada às pressas depois de passar mal..

A menina se levantou em um salto do sofá onde tirara aquela breve soneca, mas de repente parou, quando percebeu que algo surpreendente tinha caído do seu colo no tapete da sala.

Ali, diante dos seus olhos, estava a flauta que a acompanhara em seu sonho mágico.

Como aquela flauta chegara até ali, ela não sabia, mas não havia tempo para questionamentos naquele momento de urgência.

Com pressa e sem pensar demais, Luíza simplesmente pegou a flauta, segurou a mão de sua mãe e elas seguiram apressadamente para o hospital, com uma tensão que pensava no ar.

Ao chegarem no quarto onde estava sua vovó, Luíza se aproximou devagar e a abraçou carinhosamente.

A vovó sorriu um pouquinho e com os olhos entreabertos notou a flauta que repousava nas mãos da neta.

Com um voz fraca, a avó pediu à neta que tocasse algo para ela.

Aquele não era o doce piano que tinha em casa, mas seria uma alegria ouvir alguma das belas melodias que Luíza sempre tirava dos instrumentos.

A menina prontamente acatou o pedido da vovó, levando a flauta aos lábios.

A mãe de Luíza assistia àquela cena muito impressionada.

Luíza havia frequentado aulas de piano e violino, mas aquela flauta era um mistério para ela.

Quem a teria dado à sua filha?

Ninguém parecia se lembrar.

E logo, ninguém pareceria se importar também, porque assim que as primeiras notas fluíram da flauta de Luíza, todas as perguntas desapareceram no ar, como em um passe de mágica.

Todas as dúvidas nas cabeças de pacientes e parentes foram afastadas pela beleza da melodia que enchia o espaço ao redor de Luíza.

Ela tocava uma melodia que transcendia as notas musicais.

Era uma

Luíza não sabia direito o que estava acontecendo naquele quarto de hospital enquanto ela tocava sua

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